13.12.10

Eu acredito nesta equipa de voleibol...

Este fim-de-semana, o Vitória fez mais dois jogos de voleibol a contar para a 1ª fase do Campeonato Nacional Divisão A1.

É certo que nesta fase aquilo que mais importa é garantir um lugar entre os seis primeiros, e mais certo ainda será a inevitabilidade da nossa qualificação para a 2ª fase, mas apesar de tudo isto ser verdade, não é menos verdade que também é nestes confrontos que se consolida um aspecto que não se pode desvalorizar, que é o aspecto psicológico.

A verdade é que a equipa tem de criar hábitos de vitória, principalmente com os seus mais directos adversários.

E se os tem vindo a criar contra alguns deles, nomeadamente contra o Sporting de Espinho, Castêlo da Maia e Fonte do Bastardo, já o mesmo não se poderá dizer dos confrontos contra aquele que será indiscutivelmente o nosso maior adversário deste ano – o Benfica.

Os sinais mais recentes mostraram já uma equipa mais madura, que reage bem melhor às adversidades do que aquilo que lhe víramos em confrontos anteriores, como foi o caso do jogo em Esmoriz.

A partida de sábado, em Vila do Conde, foi auspiciosa, na medida em que mostrou ainda à saciedade que, apesar das contrariedades que continuam a ser as lesões de jogadores tão influentes como Nelson Brízida e Evandro, o Vitória consegue ser avassalador, fazendo exibições categóricas.

Mas já todos sabíamos que o jogo com o Benfica traria obrigatoriamente outro nível de exigência.

Apesar disso, a equipa foi capaz de fazer uma partida muito equilibrada, chegando mesmo a parecer que poderia vencê-la.

Não aconteceu assim.

O Benfica jogou bem, eventualmente mesmo melhor do que o próprio Vitória, e acabou por vencer justamente.

O facto é que o Vitória podia ter derrotado o seu adversário, apesar das ausências dos jogadores já referidos, a que ainda se juntou a de João Fidalgo.

Não tenho dúvidas que esta equipa do Benfica está ao nosso alcance, e muito mais estará quando estivermos na nossa máxima força, não porque a equipa de hoje não tenha sido competente (porque foi!), mas apenas porque essa nossa “máxima força” nos há-de trazer mais algumas opções.

Agora, o que a equipa nunca poderá esquecer é que é crucial manter os mais altos níveis de concentração e de exigência, dando sempre tudo-por-tudo, porque é importante vencer, vencer sempre, principalmente os nossos maiores adversários, mesmo que seja em jogos a feijões.

Fomos competentes, mas poderemos fazer bem melhor.

E haveremos de fazer bem melhor, já a partir do próximo jogo contra o Machico.

É por tudo isto que eu continuo a acreditar nesta equipa !...


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publicada por Ibraim @ 20:18   2 Comentários

23.4.09

Mais fortes e unidos do que nunca...

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Não perdemos a guerra, meus senhores!
Isto foi apenas a primeira batalha, mais perdida pelo Vitória do que propriamente ganha pelo nosso adversário.
Com a final da Taça de Portugal, ficamos com a certeza de que podemos ser melhores do que eles, e com este primeiro jogo dos play-off, recordámo-nos de que eles não deixaram de ser bons pelo simples facto de terem perdido aquele jogo.
E vai ter de ser assim nas próximas batalhas, porque já sabemos que dando o nosso melhor seremos capazes de os voltar a vencer.
Mas, para isso, temos de voltar ao nosso melhor nível, concentrados e sem facilitismos, mais fortes e unidos do que nunca.
Ao sermos capazes de o fazer, vamos conseguir derrotá-los e renovar o título de campeões nacionais...
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NOTA HISTÓRICA
A formação "tartaruga", utilizada neste cartoon, foi uma formação inventada pelos Romanos, e representa provavelmente a formação militar em que existia uma maior dependência dos soldados entre si, uma vez que a protecção de uns era assegurada pela acção dos outros. O êxito desta formação dependia da união dos seus homens, da confiança existente entre si, do seu espírito de grupo. Quando todas estas condicionantes se conjugavam, a formação "tartaruga" era uma formação blindada, um verdadeiro couraçado, praticamente invencível...
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publicada por Ibraim @ 20:10   2 Comentários

10.4.09

Francisco Fidalgo dixit...

"Eu iria DAR um set ao Guimarães na Taça e um jogo na final,
e ficaríamos com 3-1 na Taça e 3-1 no play-off final"
Francisco Fidalgo (treinador de voleibol do Espinho)
...
Vai DAR ????
Presunção e água benta, cada um toma a que quer, senhor Fidalgo...
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publicada por Ibraim @ 18:00   1 Comentários

Ensinar o "Pai-Nosso" ao Vigário...

Amanhã, é o dia da final da Taça de Portugal de Voleibol, que porá frente-a-frente, mais uma vez, as equipas do Vitória e do Sporting de Espinho.
São já tradicionais as dificuldades que o Vitória sente nestes jogos com os tigres de Espinho, e é por essa razão que não ficaria de bem com a minha consciência se não desse conta da minha opinião sobre a razão de ser destas infundadas dificuldades...
Não pretendo, com este artigo, tentar ensinar o “Pai-Nosso” ao Vigário, mas a verdade é que, no Desporto como na Vida, há coisas que têm de ser ditas e, mais importante do que isso, têm de ser compreendidas e interiorizadas.
O sucesso desportivo de qualquer equipa, em qualquer modalidade, passa obrigatoriamente pelo rigoroso equilíbrio de dois conceitos: o respeito pelo adversário e a coragem para o enfrentar.

Entenda-se por respeito, a consciência de que as diferenças entre os valores das mais diversas equipas em competição, seja na A1, na Taça de Portugal ou até mesmo na Liga dos Campeões, não são assim tão grandes e que, portanto, o menosprezo pelo valor do adversário pode sempre comprometer o resultado final. Foi assim que aconteceu com o Vitória no Castêlo da Maia, e foi assim que aconteceu com o Sporting de Espinho, em casa, contra os seus conterrâneos da Académica.
E entenda-se por coragem, não a ausência de medo mas sim a capacidade que se deve ter para o enfrentar e ultrapassar. A existência do medo é benéfica. A ausência de medo não faz de nós corajosos, mas apenas inconscientes. Quando falta esta coragem, esta consciência de que temos capacidade para sermos melhores do que o nosso adversário, acontece aquilo que nos aconteceu nos dois jogos com o Sporting de Espinho.

É deste frágil e ténue equilíbrio entre o respeito e a coragem, que se fazem e vivem os campeões.
E este é que tem sido o busílis do nosso problema nos jogos com o Sporting de Espinho.
Respeito a mais e coragem a menos.
Esta época, mais ainda do que na época passada, o Vitória já provou a quem ainda poderia ter dúvidas, que lhe sobra capacidade técnica e física, como se pôde constatar nos jogos da Liga dos Campeões.
O pequeno passo que nos falta para sermos os melhores é a mentalidade vencedora, a tal coragem.

A boa notícia é que nós ainda temos essa margem de progressão que, quando ultrapassada, fará de nós os melhores.
E, aí, voltará a fragilidade deste equilíbrio, porque depois de nos convencermos de que somos de facto melhores, teremos de conseguir manter a humildade suficiente para respeitar todos os adversários, sejam eles quais forem.

Nessa altura, não seremos apenas capazes de vencer um ou outro jogo ao Sporting de Espinho, mas seremos, de facto, melhores do que eles.

A outra boa notícia é que o Sporting de Espinho, nas partidas com o Vitória, já joga nos seus limites, porque sempre teve esse respeito por nós (até às declarações desta semana - ler aqui), e sempre acreditou nas suas potencialidades.
Sempre teve coragem, porque sempre teve medo.
É verdade!
Afinal, eles também têm medo…
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publicada por Ibraim @ 14:45   0 Comentários

16.3.09

A "chama imensa" foi extinta...


A “chama imensa” dos lampiões de Lisboa foi literalmente extinta pelos bons ventos de Guimarães…

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publicada por Ibraim @ 23:26   5 Comentários

7.3.09

Já plagiam os nossos cânticos...

No jogo de hoje, entre o Leixões e o Castêlo da Maia, os maiatos foram apoiados por um grupo de cinco indefectíveis adeptos (provavelmente atletas das camadas jovens do cube).
Os adeptos maiatos eram mais do que aqueles cinco, mas estes, ao invés dos restantes, apoiaram a equipa, ruidosamente, durante todo o jogo, literalmente durante todo o jogo.
Educadamente, com fair-play, sempre incentivando a sua equipa, até ao fim de um jogo em que foram derrotados por 3-0.
E foram várias as vezes que os ouvi entoar o nosso cântico “somos Vitória até morrer”, uma e outra vez, evidentemente em versão “Castêlo”.
Foi bonito de ver o fair-play, e foi um gosto ouvir o cântico.
Senti-me orgulhoso por já haver adeptos de outros clubes a plagiar o nosso cântico mais bonito…

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publicada por Ibraim @ 19:35   0 Comentários

31.1.09

Que tristeza...

Que tristeza esta MISERÁVEL imprensa desportiva portuguesa.
Vergonhosamente "vendidos" aos interesses comerciais, sem uma réstia de brio profissional.
Esquecidos dos critérios jornalísticos, da sua OBRIGAÇÃO DE INFORMAR, obcecados pelos três estarolas, e em tudo o resto dependentes daquilo que conseguem “pescar” nas agências noticiosas.
Uma verdadeira tristeza!
Hoje, procurei n’O Jogo, o “lançamento” do jogo mais importante do calendário da prova máxima do voleibol nacional – o jogo do Sporting de Espinho com o Vitória…
Percorri o jornal por três vezes, porque não queria acreditar.
NEM UMA LINHA!...
Post scriptum: o nosso Capitão é que tem razão!…

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publicada por Ibraim @ 11:56   3 Comentários

8.12.08

E à 11ª jornada, o Vitória perdeu...

… o seu primeiro jogo do Campeonato Nacional de Voleibol A1.
Alguma vez teria que ser, mas todos esperávamos que não fosse já, e muito menos que fosse em casa.
Foi um dia em que tudo pareceu correr mal à equipa do Vitória.
Fiquei com a ideia que o Vitória claudicou, mais uma vez, no aspecto mental.
É uma sina muito nossa!

Dos portugueses em geral, e do Vitória em particular.
Mas a verdade é que o Vitória perdeu contra uma equipa fortíssima, crónica candidata ao título – o Sporting de Espinho.

Não perdemos contra uma equipa de menor valia.
Fico triste com o facto, mas compreendo.


O que eu já não consigo compreender foram os alguns (poucos, felizmente) assobios à equipa, na parte final do jogo.
As pessoas não se podem esquecer que esta é a mesma equipa que já nos deu tantas alegrias como foram a presença em três finais consecutivas da Taça de Portugal, um inédito Campeonato Nacional na época passada, e a liderança desse mesmo campeonato até ao dia de ontem.

Esta é a mesma equipa que conseguiu ganhar um set no pavilhão do actual Campeão Russo, campeonato que é considerado o mais competitivo do Mundo, e que logo à segunda tentativa conseguiu a primeira vitória na Liga dos Campeões.
Pois muito bem!
Então e agora, à primeira contrariedade, apenas por ter perdido um jogo contra aquele que é considerado o maior candidato ao título desta época, as pessoas já se esqueceram de todo o resto, e já começaram a vaiar?
As pessoas são mesmo ingratas!
Assim elas tivessem a milésima parte da paciência que dispensam à equipa de futebol.
Parece que dão uma margem de erro enorme à equipa de futebol, e nenhuma sobra para a de voleibol.
Não é justo, meus senhores!
A maior parte destes jogadores nem profissionais são.
E convém lembrarem-se de alguns aspectos importantes.
Na época passada, o plantel do Vitória não era, à partida, tão forte como o do Sporting de Espinho, nem tão pouco como o do Benfica.

Aquilo que a equipa conseguiu, resultou do muito esforço e da superação de todos aqueles homens que, apesar das dificuldades, conseguiram vitórias que foram, surpreendentes para alguns, mas que acima de tudo foram indiscutíveis.
O Vitória reforçou-se muito bem durante o defeso, com jogadores de inquestionável qualidade, mas os nossos adversários também o fizeram.
O Sporting de Espinho apenas deixou sair o Sandro Correia (que também já não era criança nenhuma), e contratou jogadores de excepcional qualidade como são o Robertão (veja-se o jogo de ontem) e o Flávio Cruz, ou até mesmo o Rafa. Daqui resulta uma equipa ainda mais forte do que a do ano passado.
O Benfica desfez a equipa, mas rapidamente reconstruiu uma outra que gradualmente tem vindo a melhorar (à qual ainda faltam dois cubanos) e cuja valia final se prevê que venha a ser enorme.
Não sei se o plantel do Vitória é o melhor plantel do campeonato.
Até poderá não ser, mas isso nem é o mais importante.
Não foi importante no ano passado e não será com certeza este ano.
A minha convicção é que o Vitória tem uma equipa capaz de revalidar o título, mas terá que fazer exactamente o mesmo que fez na época passada para o conseguir.
Muita aplicação, esforço… superação.
E vai fazê-lo, com toda a certeza!
Dava jeito é que não os assobiassem à primeira contrariedade…


E já agora, também dava jeito que os apoiássemos já na próxima quinta-feira, no jogo contra o Noliko Maaseik, para a Liga dos Campeões.

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publicada por Ibraim @ 15:27   5 Comentários

 

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