27.10.11

Amanhã...

Sem me querer intrometer nesta interessantissima discussão que vai aqui no blogue,com dez intervenientes das "Velhas Guardas",sobre a AG de amanhã (também se o blogue não animasse à custa disso ia animar à custa de quê?)não deixo mesmo assim de atirar para o ar algumas ideias.
A primeira para referir que é pena que se compliquem coisas simples.
Se não era para porem na net a acta da AG anterior porque diabo referiram isso na convocatória?
A segunda para lamentar que mais uma vez a imprensa não possa estar presente.
Ainda não percebi o que ganhamos com isso.
A terceira para dizer que nem me passa pela cabeça que a escolha de Jorge Martins para vice presidente não seja ratificada pela AG.
Muito mal andariamos se isso acontecesse.
A quarta para afirmar,com muita pena por vários motivos, que as contas traduzem uma realidade muito má.
Passivo,dividas fiscais,custos diversos,pessoal,seguros,etc.
Quem vier a seguir vai ter de apertar violentamente o cinto!
A quinta e ultima para reafirmar a minha convicção que a equipa de futebol profissional vai dar a volta ao texto e trepar rapidamente classificação acima.
Com as lacunas conhecidas tem,apesar de tudo,valor suficiente para isso.
E treinador também.
O que não obsta a que nos 30 minutos finais a direcção não explique claramente a saida de Manuel Machado(com que concordo) e a politica de aquisições de que discordo em parte.
Desculpem a interrupção.
Podem continuar o debate...

publicada por Jeremias @ 23:04  

3 Comentários:

  • Às 28 outubro, 2011 10:31 , Blogger Saganowski disse...

    Confesso que independentemente de achar as nossas AG um enfadonho exercício, me parece que esta terá alguns pontos de interesse.

    Nomeadamente ver como vão explicar aos sócios o aumento do passivo e o facto de a venda do Bébé não ter dado tanto lucro como se pensa.

    Quanto ao resto, parece que vai ser mais uma montanha a parir um rato, porque o ambiente vai ser tenso e a confusão vai ser tal, que nada se vai poder explicar cabalmente, aliás como convém a quem está no poder. É que não há respostas que possam agradar aos sócios, ainda para mais nesta altura em que a equipa está no primeiro lugar a contar de baixo (desculpem, mas recuso-me a usar aquela palavra começada por "u").

    Não espero grandes novidades desta AG a não ser um pedido de desculpa aos sócios pelo mau serviço que esta Direcção está a prestar ao clube.

    Se ao menos houvesse uma oposição de rosto visível, coerente e com ideias, a AG desta noite seria bem mais interessante e não um mero exercício de perda de tempo, que no caso do Vitória não nos podemos dar ao luxo de perder!

    O Vitória precisa de sair desta situação tanto desportiva como financeira o mais depressa possível.
    Haja vontade...e vontades!

     
  • Às 28 outubro, 2011 11:42 , Blogger CASCAVEL disse...

    Parece-me que o momento que o clube atravessa "exige" que os sócios compareçam, e em largo número, nesta AG.
    Esta é também uma das formas que ilustram a grandeza do VSC.
    O que se deseja é que os sócios questionem a Direcção sobre todas as dúvidas que possuam, mas que o façam de uma forma urbana, para que em seguida sejam devidamente esclarecidos.
    Estes são o momento e o local apropriados para o efeito.

     
  • Às 28 outubro, 2011 19:57 , Blogger Miguel Silva disse...

    Deixo aqui algumas reflexões/questões sobre a situação financeira do nosso VSC:

    1. Para cada época desportiva existe 1 proposta de orçamento e respetivo relatório de contas. Estes 2 documentos são sujeitos à aprovação dos associados em Assembleia Geral. Pergunto: Se o relatório de contas não segue nem respeita a proposta de orçamento então para que serve este último? E para que serve a sua votação? E se o relatório de contas tem que ser aprovado pois reflete operações financeiras já realizadas e, consequentemente, não podem ser desfeitas, então para que serve a sua votação e aprovação por parte dos associados? Não deveria o relatório de contas refletir o respetivo orçamento previamente aprovado? Porque é que as Direções democraticamente eleitas não são sujeitas a seguir escrupulosamente o orçamento previamente proposto e aprovado pelos associados? Afinal qual é o papel e relevância dos associados na vida financeira do Clube? Na verdade, esse papel resume-se a… nada!!!
    2. O inicio das 2 últimas mudanças de Direção (Pimenta Machado – Vítor Magalhães e Vítor Magalhães – Emílio Macedo) teve 1 fator comum – realização de uma Auditoria Financeira ao Clube - e uma conclusão comum – urgência em controlar e reduzir o passivo das contas do VSC. Mediante esta conclusão, então porque razão é que a direção atual, perante uma oportunidade única para concretizar uma redução do passivo (encaixe financeiro de € 7 Milhoes em vendas de activos) optou por agrava-lo ainda mais? E qual a legitimidade desta ação? De forma a legitimar a opinião da direção em investir tal encaixe em ativos em vez de reduzir o passivo, não seria recomendável levar à discussão e aprovação dos Associados em Assembleia Geral Extraordinária? E se, na altura da apresentação de cada Proposta de Orçamento, ficasse aprovada pelos Associados uma percentagem fixa a utilizar em investimentos no caso da venda de ativos? Não seria mais transparente?
    3. Desde 2004 que não se regista aumento de Departamentos, infra-estruturas, fluxos nem de praticantes (entenda-se praticantes de futebol pois é suposto as restantes modalidades serem autónomas e até “auto-suficientes”). Então a que se deve o aumento galopante de funcionários registado pela direção atual?
    4. Não tendo aumentado as “necessidades” do clube (fundamentado no ponto anterior) e tendo até diminuído a oferta de produtos VSC (ao contrário da prática dos ditos “grandes Clubes” acabaram com licenciamentos de produtos VSC e, consequentemente, com os respetivos licenciados fornecedores), porque razão e especificamente em que é que aumentou a rubrica FSE no Relatório de Contas 2010-2011? Se a direção é, de facto, defensora da transparência das Contas do VSC não seria melhor, e até recomendável, proceder a um “concurso público” para as principais necessidades de fornecimento de serviço externo? Assim estaria salvaguardado qualquer suspeita de “favorecimento” ou “compadrio” para benefício singular em detrimento do desejado favorecimento da coletividade em si.

    São algumas reflexões que me inquietam e que achei que deveria partilhar com os restantes Associados/Aficionados do VSC.

     

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